
NATHANIEL BELLUCCI

Πανδώρα.
Pandora foi a primeira mulher que existiu, criada por Hefesto (artista celestial, deus do fogo, dos metais e da metalurgia) e Atena (deusa da estratégia em guerra, da civilização, da sabedoria, da arte, da justiça e da habilidade) auxiliados por todos os deuses e sob as ordens de Zeus. Cada um lhe deu uma qualidade. Recebeu de um a graça, de outro a beleza, de outros a persuasão, a inteligência, paciência, meiguice, habilidade na dança e nos trabalhos manuais. Feita à semelhança das deusas imortais. Foi enviada ao titã Epimeteu, a quem Prometeu recomendara que não recebesse nenhum presente dos deuses. Vendo-lhe a radiante beleza, Epimeteu esqueceu quanto lhe fora dito pelo irmão e a tomou como esposa.
Epimeteu tinha em sua posse uma caixa. A Caixa de Pandora que outrora lhe haviam dado os deuses como presente de casamento, que continha todos os bens. Pandora abriu a caixa, inadvertidamente, e todos os bens escaparam, exceto a esperança. Com estes bens, foi dado início aos tempos de inocência e ventura, conhecidos como Idade de Ouro.

Ημίαιμος.
Pandora não é uma deusa em si, mas na verdade uma humana criada por Hefesto e Athena, portanto suas proles não são consideradas semi deuses, mas algo inferior porém superior aos humanos e a maioria dos monstros gregos.
Sendo excelentes dançarinos, as proles de Pandora, possuem um corpo bastante flexível que vos permitem realizar grandes proezas durante o combate.
Sua beleza se mostra bastante peculiar superando facilmente humanos comuns. Podendo exalar uma aroma bem refrescante que quando alguém o inala acaba sentindo uma certa fixação pela prole de Pandora.
Deméter fora uma das deusas a abençoar Pandora, sendo assim esta adquiriu algumas capacidades de influenciar a natureza. Naturalmente suas proles também herdaram.

Ναθάνιελ.
O descendente de Pandora nasceu em 4 de abril de 92, numa pequena cidade da Itália. Ainda jovem, mudou-se para Coréia com o pai — este na nasceu e cresceu no país — e por ser um humano comum e desajeitado, poucos sabiam que era um prole de Pandora. Seus dons eram sempre ofuscados por ele mesmo; tinha medo das consequências que mostrá-los para o mundo poderia trazer.
Fora isso, Nathaniel não tinha nada demais. O rapaz adorava flores, então abriu sua própria floricultura no centro de Seul com muito suor e dedicação. Aquela pequena loja que o enchia de felicidade era seu porto seguro, e cuidar de suas plantas passava a ser bem mais fácil graças ao dom herdado de sua mãe.
O rapaz também possui uma paixão imensurável por música, e sendo um excepcional violinista, sempre é chamado para tocar na orquestra sinfônica de sua cidade vez que ocorre algum imprevisto com um dos músicos principais.
Quando criança, tinha sonho de ser pintor; mas hoje só pinta por hobbie, para desestressar. Suas artes nunca foram bem entendidas e recepcionadas, de qualquer forma.
O jovem dispõe de uma vida pacata e bastante monótona, mas isso nunca o incomodou. Afinal, ele é único no mundo.